02 de Marzo de 2017
[Por: Eduardo Hoornaert]
“Neste momento estão se formando, no alto oceano das tendências históricas, diversos tsumanis que sacudirão fortemente as praias da leitura bíblica num futuro ainda não definido. Desde já constituem uma ameaça à leitura tradicional da Bíblia, tal qual é praticada em inúmeras comunidades cristãs ao redor do mundo. São agitações de diversos tipos, como aquelas provenientes da exacerbação de um tipo de leitura bíblica longamente praticado pelas igrejas históricas: a leitura fundamentalista. Há igualmente agitações que provêm de estudos bíblicos científicos e são essas que pretendo comentar aqui. De qualquer modo, a curto ou médio prazo, a questão de uma leitura bíblica em consonância com os tempos em que vivemos há de figurar na agenda daquelas igrejas que se preocupam com o modo em que seus fiéis leem a Bíblia (…)”.
Confira o artigo.
[Por: Eduardo Hoornaert]
“Neste momento estão se formando, no alto oceano das tendências históricas, diversos tsumanis que sacudirão fortemente as praias da leitura bíblica num futuro ainda não definido. Desde já constituem uma ameaça à leitura tradicional da Bíblia, tal qual é praticada em inúmeras comunidades cristãs ao redor do mundo. São agitações de diversos tipos, como aquelas provenientes da exacerbação de um tipo de leitura bíblica longamente praticado pelas igrejas históricas: a leitura fundamentalista. Há igualmente agitações que provêm de estudos bíblicos científicos e são essas que pretendo comentar aqui. De qualquer modo, a curto ou médio prazo, a questão de uma leitura bíblica em consonância com os tempos em que vivemos há de figurar na agenda daquelas igrejas que se preocupam com o modo em que seus fiéis leem a Bíblia (…)”.
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