[Por: Roberto Amaral]
O novo ano coloca na ordem do dia as comemorações do bicentenário da Independência, e seu marco é o grito do 7 de setembro, mais relevante na tela de Pedro Américo do que na costura política do grande acordo que nos deu - sem revolução, sem alteração de mando ou de poder, sem abalo de estrutura econômica ou social, mas ao preço de transações e traficâncias - a maioridade política, por cujas artes a colônia é promovida a império, sem de fato conquistar a autonomia que caracteriza os estados independentes…
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