[Por: Matias Soares]
Na última Assembléia Arquidiocesana de Pastoral, uma das falas reiteradas pelo nosso assessor, tratando dos desafios da pastoral urbana, foi a de que a nossa ação evangelizadora precisa acontecer de modo qualificado. Temos que rezar e estudar, com o coração e a mente dóceis à ação do Espírito Santo para que possamos fazer o ‘discernimento pastoral’ das nossas ações eclesiais. Observando os sinais que são propostos, ainda não conseguimos perceber o que de fato queremos para dar um “rosto pastoral” ao corpo das nossas práticas pastorais arquidiocesanas. Estamos caindo na tentação de massificar um projeto de Igreja que toma distância das direções dadas pelo Concílio Vaticano II...
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