[Por: Matias Soares]
A partir da interpretação que podemos dar ao significado do Movimento de Natal, pensemos a Campanha da Fraternidade como a sua “Filha Predileta”. Como tal, enquanto Igreja Particular, deveríamos tratá-la com muito cuidado e atenção. Pois, ela é situada dentre o conjunto das ações pastorais daquela saga evangelizadora e de promoção humana que, até os nossos dias, continua a ter sua relevância como sinal profético e metodológico do que a Igreja é chamada a ser como “Mãe e Mestra”, à luz do Evangelho, que promove a salvação integral e integrante de cada pessoa humana. São mais de sessenta anos de comprometimento com as causas da realidade da Igreja, com as situações sociais e desafios emergentes da criação. Os caminhos percorridos, com a metodologia do ver-julgar-agir, continuam a dar frutos para o bem comum e a justiça social, princípios da nossa ética social católica sempre tão necessários na superação dos dramas sociais claramente existentes em nossas conjunturas brasileiras. Como Filha ela espera relação confiante e dialógica, com reconhecimento da sua maturidade capaz de gerar novos sinais de esperança para a Igreja e a sociedade…
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