Cartão amarelo para o fundamentalismo evangélico

12 de Setiembre de 2014

(Por Fábio Régio Bento) O fundamentalismo evangélico, que antes era uma chateação mais que tudo para os gays e outras minorias, nas eleições presidenciais de 2014 passou a ser uma chateação geral, uma aporrinhação nacional. Como sabemos, o evangelho dos fundamentalistas é um evangelho sem dó nem piedade, sem justiça social, sem direitos humanos. É o evangelho apócrifo Segundo São Pila, o apóstolo do fundamentalismo que ensina a arrecadar grana por meio da montagem de curas fantásticas, exorcismos sem deus nem diabo, mas bom de encenação, televisiva ou não.
 




(Por Fábio Régio Bento) O fundamentalismo evangélico, que antes era uma chateação mais que tudo para os gays e outras minorias, nas eleições presidenciais de 2014 passou a ser uma chateação geral, uma aporrinhação nacional. Como sabemos, o evangelho dos fundamentalistas é um evangelho sem dó nem piedade, sem justiça social, sem direitos humanos. É o evangelho apócrifo Segundo São Pila, o apóstolo do fundamentalismo que ensina a arrecadar grana por meio da montagem de curas fantásticas, exorcismos sem deus nem diabo, mas bom de encenação, televisiva ou não.

 

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