A doença do fundamentalismo

10 de Octubre de 2014

(Leonardo Boff, teólogo e escritor) Tudo o que é sadio pode ficar doente. A religião, ao contrário do que dizem seus críticos como Freud, Marx, Dawkins e outros  se inscreve dentro de uma realidade sadia: a busca do ser humano pela Última Realidade que confere um sentido derradeiro à história e ao universo. Essa busca é legítima e se encontra atestada nas mais antigas expressões do homo sapiens/demens. Mas ela pode conhecer expressões doentias. Uma delas, hoje a mais frequente, é o fundamentalismo religiososo. Mas ele se manifesta também onde reina o pensamento único em política.
 




(Leonardo Boff, teólogo e escritor) Tudo o que é sadio pode ficar doente. A religião, ao contrário do que dizem seus críticos como Freud, Marx, Dawkins e outros  se inscreve dentro de uma realidade sadia: a busca do ser humano pela Última Realidade que confere um sentido derradeiro à história e ao universo. Essa busca é legítima e se encontra atestada nas mais antigas expressões do homo sapiens/demens. Mas ela pode conhecer expressões doentias. Uma delas, hoje a mais frequente, é o fundamentalismo religiososo. Mas ele se manifesta também onde reina o pensamento único em política.

 

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