Religião: intolerância e diálogo

24 de Noviembre de 2016

[Por: José Neivaldo de Souza]
 
“Ao pensar a religião, minhas ideias se perdem entre duas expressões que se manifestam de forma clara: o amor, enquanto preservação da vida e o ódio, como capacidade de destruição e morte. De um lado, há o sentimento de que é preciso conservar a salvação se orientando a partir de uma utopia: amar outro e a si mesmo no amor de Deus. Do outro lado, em nome de uma verdade almejada, forma-se uma doutrina determinante, cujo poder é incisivo: ‘fora desta doutrina na há salvação’. Estas expressões, ao mesmo tempo, contraditórias e dialéticas, ora celebram a paz, ora trabalham pela guerra. A humanidade pode confiar à religião o trabalho pela paz e pela não violência? (…)”.
 
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[Por: José Neivaldo de Souza]

 

“Ao pensar a religião, minhas ideias se perdem entre duas expressões que se manifestam de forma clara: o amor, enquanto preservação da vida e o ódio, como capacidade de destruição e morte. De um lado, há o sentimento de que é preciso conservar a salvação se orientando a partir de uma utopia: amar outro e a si mesmo no amor de Deus. Do outro lado, em nome de uma verdade almejada, forma-se uma doutrina determinante, cujo poder é incisivo: ‘fora desta doutrina na há salvação’. Estas expressões, ao mesmo tempo, contraditórias e dialéticas, ora celebram a paz, ora trabalham pela guerra. A humanidade pode confiar à religião o trabalho pela paz e pela não violência? (…)”.

 

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