26 de Enero de 2017
[Por: José Neivaldo de Souza]
“Não sei envelhecer! Não me pergunte o motivo, pois nem tudo a razão explica. É coisa do inconsciente, este desconhecido que me habita e que jamais envelhece. Há coisas inefáveis na existência humana e nenhum discurso é capaz de revelar. Não me venha com chavões do tipo: ‘quem não envelhece não viveu’. A gente até acha graça, para não ser amargo ou ser chato o tempo todo. Ser agradável talvez seja menos pesado do que ser amargurado. Dom Helder Câmara dizia que envelhecer é uma arte e o artista aprende, com o vinho, a escapar do perigo de se transformar em vinagre. Desejo a arte de envelhecer (…)”.
Confira o artigo.
[Por: José Neivaldo de Souza]
“Não sei envelhecer! Não me pergunte o motivo, pois nem tudo a razão explica. É coisa do inconsciente, este desconhecido que me habita e que jamais envelhece. Há coisas inefáveis na existência humana e nenhum discurso é capaz de revelar. Não me venha com chavões do tipo: ‘quem não envelhece não viveu’. A gente até acha graça, para não ser amargo ou ser chato o tempo todo. Ser agradável talvez seja menos pesado do que ser amargurado. Dom Helder Câmara dizia que envelhecer é uma arte e o artista aprende, com o vinho, a escapar do perigo de se transformar em vinagre. Desejo a arte de envelhecer (…)”.
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