09 de Febrero de 2017
[Por: José Neivaldo de Souza]
“Li numa placa: ‘precisa-se de um amigo’. A princípio achei estranho, pois não é comum este tipo de anúncio numa sociedade onde a economia de mercado sofre com a superação da oferta em detrimento da procura. Nesta realidade, também a amizade deveria ser produzida em larga escala, mas isso não acontece porque este tipo de mercadoria não é vendável e, se por acaso o for, é devido à sua utilidade na promoção do supérfluo. O ‘precisa-se’, na perspectiva dos valores éticos, trata-se do necessário (...)”.
Confira o artigo.
[Por: José Neivaldo de Souza]
“Li numa placa: ‘precisa-se de um amigo’. A princípio achei estranho, pois não é comum este tipo de anúncio numa sociedade onde a economia de mercado sofre com a superação da oferta em detrimento da procura. Nesta realidade, também a amizade deveria ser produzida em larga escala, mas isso não acontece porque este tipo de mercadoria não é vendável e, se por acaso o for, é devido à sua utilidade na promoção do supérfluo. O ‘precisa-se’, na perspectiva dos valores éticos, trata-se do necessário (...)”.
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