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DISCERNIMENTO E RESPONSABILIDADE

[Autor Prueba]

                                                                                                     D. Demétrio Valentini
          Parecia tudo tranqüilo para 2014. Os eventos já marcados, bem garantidos por um calendário estabelecido com absoluta prioridade: a copa do mundo, e as eleições de outubro.
        Mas eis que de repente surge uma interrogação inquietante: como vai ser esta copa? E como serão as eleições, que dependerão muito do resultado da copa.
        Uma interrogação que envolve, portanto, os dois eventos principais, previstos para este ano.
        O temor se concentra na probabilidade de manifestações populares. Como serão, que repercussão terão, qual sua força de intervenção nos diversos eventos programados.
         Uma coisa é certa, e necessita de nossa atenção. Muitos preferem águas turvas para pescar. Estão torcendo pelo pior. E não terão escrúpulos de usar a violência para conseguir seus objetivos. 
        Diante  desta postura, assumida e organizada por grupos bem identificados, não resta dúvida que cabe ao poder público estar atento, e coibir ações criminosas, que se valem da legitimidade de manifestações populares, para encobrirem seus intentos criminosos. 
         Um fenômeno interessante está tomando forma. No país do futebol, se avolumam os questionamentos à maneira como vem sendo organizada a Copa do Mundo. Este questionamento se amplia, ao constatarmos onde foi parar este esporte tão envolvente e tão próximo das camadas mais pobres da população.  
        O futebol foi domesticado, e apropriado indevidamente pelo poder econômico, a tal ponto que virou simplesmente um negócio, que vai tirando a beleza deste esporte tão democrático e tão popular.
        Esta tendência contagiou negativamente todos os níveis do futebol. Desde os campeonatos de várzea, até a organização mundial do futebol, simbolizado pela FIFA, que tem na organização da copa do mundo sua incumbência maior. 
        Hoje, qualquer menino que dá seu primeiro chute numa bola, já começa a sonhar em ser um grande jogador, ganhando salários fabulosos. E como de fato o futebol acarreta somas fabulosas, a Copa do Mundo acabou ficando refém da grande especulação financeira que gira ao seu redor.
       Ao chegar o tão esperado “ano da copa”, parece que “o país do futebol” tem um questionamento importante a fazer aos cartolas, que se apoderaram indevidamente deste esporte tão popular, que não pode ficar reduzido a uma trama de negócios escusos. 
       Mas para nos habilitarmos a transmitir esta mensagem de questionamento, não podemos perder a credibilidade que nos habilita a tomar uma posição esclarecida, madura e responsável. 
       Se é para fazer manifestações populares, providenciemos as condições para que elas se façam ordeiramente, sem violência e sem intenções malévolas, seja de que ordem forem. 
      Uma das belezas maiores do futebol decorre da rigidez de suas normas, que o juiz se encarrega de aplicar. A democracia também precisa de regras claras, seguidas com rigor. Também quando se trata de manifestações de massa.
      O ano da copa e das eleições nos convida para o discernimento e para a responsabilidade. Nisto, todos podemos entrar em campo!              
 

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"O Vaticano II é o elemento estruturante da teologia de João Batista Libânio".

[Autor Prueba]

 Entrevista especial com José Oscar Beozzo
João Batista Libânio é o o mais fecundo autor teológico brasileiro na produção de tratados que pudessem ajudar os estudantes a aprofundar os temas teológicos abordados em sala de aula, testemunha o teólogo e historiador da Igreja brasileira.
Ao refletir sobre o legado e pensamento de João Batista Libânio, teólogo, jesuíta, autor de uma vasta obra teológica, que celebra, neste ano, 80 anos de vida, José Oscar Beozzo, especialista em história da Igreja, oferece, nesta entrevista, concedida por e-mail à IHU On-Line, um panorama da história da Igreja nos últimos 50 anos.
Para ele, a experiência do Concílio Vaticano II, seu debate teológico e eclesial, sua postura de diálogo e atenção ao mundo contemporâneo, sua opção ecumênica, permeiam toda a teologia de Libânio. E Beozzodiz mais: “o Vaticano II é elemento estruturante de sua teologia. Esta se enriqueceu depois com toda a perspectiva latino-americana que brotou da experiência das Igrejas no continente, de sua vida religiosa inserida e das grandes Conferências Gerais do episcopado latino-americano deMedellín a Aparecida”. Segundo Beozzo, graças ao seu “incansável e disciplinado acompanhamento crítico da produção teológica brasileira, latino-americana e internacional, Libânio tornou-se mestre em preparar balanços abrangentes e penetrantes dos rumos da teologia contemporânea”.

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¿Cuale es el lugar de lo religioso en el mundo?

[Autor Prueba]

Leonardo Boff
Por más que la sociedad se mundanice y, en cierta forma, se muestre materialista, no podemos negar que en los tiempos actuales se está dando una vuelta vigorosa de lo religioso, de lo místico y de lo esotérico. Tenemos la impresión de que existe cansancio del exceso de racionalización y funcionalización de nuestras sociedades complejas. La vuelta de lo religioso solamente revela que en el ser humano existe una búsqueda de algo mayor. Hay un lado invisible en lo visible que nos gustaría sorprender. Quién sabe si allí se encuentra un sentido secreto que sacia nuestra búsqueda incansable de algo que no sabemos identificar. En ese horizonte no confesional quizás tenga sentido hablar de lo religioso o de lo espiritual. Sufrió todo tipo de ataques pero consiguió sobrevivir. La primera modernidad lo veía como algo premoderno, un saber fantástico que debía dar lugar al saber positivo y crítico (Comte). Luego fue leído como una enfermedad: opio, alienación y falsa conciencia de quien todavía no se ha encontrado o si se ha encontrado, se ha vuelto a perder (Marx). Después, fue interpretado como la ilusión de la mente neurótica que busca pacificar el deseo de protección y hacer soportable el mundo contradictorio (Freud). Más adelante, fue interpretado como una realidad que por el proceso de racionalización y de desencanto del mundo tiende a desaparecer (Weber). Por fin, algunos lo tenían como algo sin sentido, pues sus discursos no tienen objeto verificable ni falsificable (Popper y Carnap).

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