[Por: Matias Soares]
O Papa Francisco denunciou, com razão, a distorção do exercício do poder na Igreja com uma expressão: Clericalismo. Historicamente fomos assumindo um estilo piramidal nas nossas relações eclesiais. Isso foi um processo gradual que precisa ser analisado com seriedade acadêmica e honestidade intelectual, sem paixões e anacronismo tosco. Sem dúvida, o Concílio Vaticano II corrigiu essa perversão e nos recolocou as bases eclesiológicas - Nova Teologia - para que possamos, em nossos dias, pensar a necessidade e a importância do “estilo sinodal da Igreja” neste III Milênio. Neste, todos são chamados a ser protagonistas no agir da sacramentalidade da Igreja, que formada por todos os batizados. A pirâmide é invertida: todos os sujeitos eclesiais são reconhecidos e relacionam-se de modo complementar. O caminho é sinodal, integral e com a dinamização própria do Espírito Santo, que fala continuamente à Igreja (cf. Ap 2,7)…
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